domingo, 10 de Novembro de 2013

Outro mundo é possível

"Eu acredito que outro mundo é possível. E em noites tranquilas, posso ouvi-lo respirar."

Philip Wollen


Philip Wollen, colocou em palavras aquilo que o meu coração sente. E fê-lo de forma brilhante.

quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Casa das Estrelas

 
Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)

Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)

Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos)

Branco: O branco é uma cor que não pinta (Jonathan Ramírez, 11 anos)

Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)

Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana María Noreña, 12 anos)

Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos)

Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)

Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos)

Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos)

Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos)

Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)

Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)

Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)

Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos)
 
 

Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças”, Javier Naranjo.

domingo, 5 de Maio de 2013

Sonhos intertextuais



"Para sonhar, não é preciso fechar os olhos, é preciso ler. A verdadeira imagem é conhecimento. São palavras já ditas, recensões exactas, massas de informações minúsculas, parcelas mínimas de momentos e reproduções de reproduções que transportam para a experiência moderna os poderes do impossível. Nada mais do que o murmúrio constante da repetição que nos possa transmitir o que não acontece senão uma vez. O imaginário não se constitui contra o real, para chegar ou compensar, alastra-se entre os signos, de livro em livro, no interstício das repetições e dos comentários, nasce e forma-se no espaço entre dois textos. É um fenómeno de biblioteca."

Michel Foucault, 1967